O primeiro impulso para criação desse espaço nasceu da sede que tenho de expressar pensamentos, idéias, sentimentos...Escrevendo como quem conversa devagar, com tranqüilidade, com calma...
Da vontade de dar vida e forma física, na escrita, a essas “coisas” que me povoam a alma...
Da vontade de dar vida e forma física, na escrita, a essas “coisas” que me povoam a alma...
Isso não é novo pra mim, ao contrário, tem sido hábito de toda uma vida.
Escrever assim, de um jeito descomprometido, como quem bate bapo consigo.
Ou como quem proseia com alguém muito íntimo, muito amigo.
Escrever assim, de um jeito descomprometido, como quem bate bapo consigo.
Ou como quem proseia com alguém muito íntimo, muito amigo.
Desde o primeiro caderninho-diário, na adolescência, passando pelo caderno-ata de relatos e desabafos, e perambulando também por inúmeros bloquinhos e cadernetas de notas, dos quais – que pena – a maioria não existe mais...
Escrever funciona para mim como uma espécie de terapia,
em que é possível viajar, pelas águas da poesia,
de sítios mentais frios, tristes, tenebrosos...
A lugarejos de minha alma imortal,
em que o clima é docemente tropical,
onde a alegria consegue até mesmo,
criar um clima de natal...
em que é possível viajar, pelas águas da poesia,
de sítios mentais frios, tristes, tenebrosos...
A lugarejos de minha alma imortal,
em que o clima é docemente tropical,
onde a alegria consegue até mesmo,
criar um clima de natal...
E assim vou das lágrimas aos risos, em um piscar de olhos.
Ou, mais modernamente, em um teclar de letras...
Em um clicar de mouse.
Ou, mais modernamente, em um teclar de letras...
Em um clicar de mouse.
Deixo pantanosos terrenos de inquietude, que me afligem a alma, para visitar os amenos sítios da paz, da calma.
Posso abandonar a vila da sofreguidão, ou da maldade, partindo em visita ao vilarejo da tranqüilidade.
E, se em algum traslado desses,
tiver que cruzar a região do desespero,
ou outras zonas de sensação vil,
é possível também, em um salto ligeiro,
virar em direção à cidade da esperança,
onde se vive uma alegria sutil,
pura e simples, de criança...
E, se em algum traslado desses,
tiver que cruzar a região do desespero,
ou outras zonas de sensação vil,
é possível também, em um salto ligeiro,
virar em direção à cidade da esperança,
onde se vive uma alegria sutil,
pura e simples, de criança...
Enfim, são muitos os caminhos que o verbo em forma de poesia permite,
do abismo ao infinito...
E vice-versa, embora não seja bonito...
do abismo ao infinito...
E vice-versa, embora não seja bonito...
O segundo impulso me veio, com a constatação de que essas modernidades tecnológicas me permitem algo antes inimaginável: compartilhar essa infinitude de coisas que vivem em mim, com inúmeras pessoas, nesse mundão sem fim...
E, o que antes me parecia misto de invasão com exibição, quase uma aberração ou atitude de demente...
Tornar público um diário, uma confissão,
deixar cair nos ouvidos e na boca desse mundão,
as intimidades de meu coração e mente...
Tornou-se, a meu ver, algo aprazível, profundo
E, por que não, decente?
Tornar público um diário, uma confissão,
deixar cair nos ouvidos e na boca desse mundão,
as intimidades de meu coração e mente...
Tornou-se, a meu ver, algo aprazível, profundo
E, por que não, decente?
E assim, a quem agora me lê, digo sem constrangimentos,
Que são bem vindos os comentários, as críticas, as censuras, os lamentos...
E também os elogios, as perguntas, as expressões de seus sentimentos.
Lembrando que esses despretensiosos alfarrábios não intentam ser ensinamentos.
Que são bem vindos os comentários, as críticas, as censuras, os lamentos...
E também os elogios, as perguntas, as expressões de seus sentimentos.
Lembrando que esses despretensiosos alfarrábios não intentam ser ensinamentos.
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